{"id":153,"date":"2026-04-07T23:49:09","date_gmt":"2026-04-08T02:49:09","guid":{"rendered":"https:\/\/minastrans.com.br\/?p=153"},"modified":"2026-04-08T22:35:49","modified_gmt":"2026-04-09T01:35:49","slug":"noticia-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/minastrans.com.br\/index.php\/2026\/04\/07\/noticia-2\/","title":{"rendered":"Ind\u00fastria de caminh\u00f5es"},"content":{"rendered":"\n<p>Emplacamentos de caminh\u00f5es caem 21,1% no 1\u00ba trimestre, mas mar\u00e7o reage<\/p>\n\n\n\n<p>A ind\u00fastria de caminh\u00f5es come\u00e7ou 2026 em ritmo mais fraco, segundo os n\u00fameros divulgados pela Anfavea. No acumulado de janeiro a mar\u00e7o, foram produzidas 25,7 mil unidades, ante 31,7 mil no mesmo per\u00edodo de 2025, uma queda de 18,9%. Os emplacamentos tamb\u00e9m recuaram no trimestre. De acordo com a entidade, 21,9 mil caminh\u00f5es foram licenciados nos tr\u00eas primeiros meses de 2026, contra 27,7 mil em igual intervalo do ano passado, o que representa retra\u00e7\u00e3o de 21,1%. Apesar do desempenho negativo no acumulado do ano, mar\u00e7o trouxe sinais de recupera\u00e7\u00e3o na compara\u00e7\u00e3o com fevereiro. <\/p>\n\n\n\n<p>A produ\u00e7\u00e3o saltou de 7,8 mil unidades em fevereiro para 11,1 mil em mar\u00e7o, alta de 42,8%. Os emplacamentos acompanharam esse movimento e passaram de 6,7 mil para 8,8 mil unidades no mesmo per\u00edodo, avan\u00e7o de 31,9%. No mercado externo, o cen\u00e1rio no trimestre tamb\u00e9m foi de retra\u00e7\u00e3o. As exporta\u00e7\u00f5es de caminh\u00f5es ca\u00edram 20,7% no primeiro trimestre de 2026 em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2025. J\u00e1 na compara\u00e7\u00e3o mensal, mar\u00e7o registrou forte alta: foram exportadas 2,4 mil unidades, contra 1,2 mil em fevereiro, crescimento de 108,8%. Os destinos das exporta\u00e7\u00f5es brasileiras de caminh\u00f5es no primeiro trimestre de 2026 concentraram-se em cinco mercados, que responderam por 79% do total embarcado, com 3.705 unidades. <\/p>\n\n\n\n<p>A Argentina liderou o ranking, com 1.304 caminh\u00f5es exportados e 28% de participa\u00e7\u00e3o. Na sequ\u00eancia vieram Chile, com 828 unidades e 18%; Peru, com 761 e 16%; M\u00e9xico, com 416 e 9%; e \u00c1frica do Sul, com 394 e 8%. No total, o Brasil exportou 4.716 caminh\u00f5es no per\u00edodo. Segundo o presidente da Anfavea, Igor Calvet, um dos destaques de mar\u00e7o foi justamente o segmento de caminh\u00f5es, que mostrou rea\u00e7\u00e3o ap\u00f3s meses de press\u00e3o. \u201cNo segmento de caminh\u00f5es, tivemos agora um suspiro. N\u00e3o foi ainda um respiro profundo, mas um pequeno suspiro\u201d, afirmou. \u201cAinda \u00e9 um cen\u00e1rio ruim, mas \u00e9 menos pior, embora ainda seja de bastante preocupa\u00e7\u00e3o\u201d, acrescentou. <\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com a associa\u00e7\u00e3o, a melhora observada em mar\u00e7o tem rela\u00e7\u00e3o com o lan\u00e7amento do programa federal Move Brasil, que oferece juros reduzidos para a troca de caminh\u00f5es. Ainda assim, o setor segue em alerta, j\u00e1 que o avan\u00e7o mensal n\u00e3o foi suficiente para reverter as perdas acumuladas no trimestre. Foto: divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Emplacamentos de caminh\u00f5es caem 21,1% no 1\u00ba trimestre, mas mar\u00e7o reage A ind\u00fastria de caminh\u00f5es come\u00e7ou 2026 em ritmo mais fraco, segundo os n\u00fameros divulgados pela Anfavea. 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